sexta-feira, 22 de julho de 2011
E.M.E.F. João Paulo I participa do "Canoas Para e Lê"
quarta-feira, 20 de julho de 2011
DIA DO DESAFIO
O Dia do Desafio foi criado no Canadá e é difundido mundialmente pela The Association For International Sport for All (TAFISA), entidade de promoção do esporte para todos, sediada na Alemanha. É uma campanha de incentivo à prática regular de atividades físicas em benefício da saúde e acontece anualmente na última quarta-feira do mês de maio, por meio de ações comunitárias. O SESC SP coordena o evento no Continente Americano desde 2000. O convite à atividade física se estende a todos, envolvendo o poder público de cada cidade, as instituições da sociedade civil, empresas, voluntários locais e os próprios participantes.
Confiram as atividades realizadas pelas EMEFs João Paulo I, Rio de Janeiro e Carlos Drummond de Andrade!!!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Ex-Aluno da EJA volta à Esc. João Paulo I. Agora, como Palestrante
Prof. Themys Nunes
terça-feira, 14 de junho de 2011
EJA Educação Cidadã - Uma Proposta Inovadora
O calendário escolar se constitui de 800 horas, sendo que 20% da mesma podem ser trabalhadas a distância. O início do curso será no dia 28 de abril, com término em 19 de dezembro, dividido em quatro Eixos Temáticos: Transformações no Mundo do Trabalho; Economia e Exclusão Social; Cidade e P
O objetivo da proposta que é “Desenvolver um programa de formação relacionando os conhecimentos práticos e teóricos, com escolarização em nível de Ensino Fundamental, que viabilize o crescimento técnico, escolar e de cidadania dos trabalhadores envolvidos, na perspectiva da educação integral."
sábado, 23 de abril de 2011
2011 - RETOMANDO A FORMAÇÃO DA EJA
Na segunda noite, com o professor Romir, o tema foi a interdisplinaridade. Segundo ele, "pensar de forma interdisciplinar remete à necessidade de compreender a realidade como uma totalidade concreta e dialética e cada ciência, nessa perspectiva, aponta possibilidades e limites para a interpretação dos fatos sociais".
O professor Jaime, da área pedagógica do Integrar, foi apresentado oficialmente aos educadores.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Missão cumprida para 43 alunos do Programa Brasil Alfabetizado
A possibilidade de entrar para o mundo da leitura se torna realidade para jovens e adultos de Canoas através do Programa Brasil Alfabetizado (PAB), criado pelo Ministério da Educação e desenvolvido na cidade pela Secretaria de Educação. Para alguns, foi a falta de continuidade nos estudos que impediu a conclusão do processo de alfabetização; para tantos outros, a escola jamais fez parte de suas histórias. De qualquer forma, é na dificuldade que todos os 43 alunos do Programa se agarraram para hoje poder mudar o presente e o futuro de suas vidas tocando no diploma de formatura do PAB.
A cerimônia de formatura dos alunos do programa aconteceu nesta noite, no auditório da SME, com ares de emoção e dever cumprido. A difícil tarefa de se dedicar aos estudos fez parte do cotidiano de jovens, mulheres, homens e idosos que enxergavam as letras e palavras apenas de longe. Hoje, estes cidadãos podem dizer que sabem ler, graças ao papel do Programa Brasil Alfabetizado. E é no jornal, nas cartas e nos livros que eles exercitam o que aprenderam com suas grandes professoras, Paula, Beatriz, Eleni e Edna, que nesta noite fizeram a entrega de um dos papéis mais fundamentais que podem ter: o diploma de alfabetização.
Com a presença da secretária adjunta de Educação Marta Rufato, do diretor de Educação Continuada Cesar Cemin, da coordenadora das turmas do PBA, Tânia Tomaszewski, da gestora do EJA em Canoas, Diovani dos Santos, de professores, formandos e familiares, a formatura marca uma importante vitória para a turma. Segundo Diovani, a proposta emancipadora, de aprendizagem coletiva, teve uma trajetória de diálogo e conquista. Para Marta, esta é uma etapa vencida. “Esta conquista ninguém tira, é de vocês; podem nos tirar todos os bens, mas não nos tiram o conhecimento”, disse a secretária aos alunos.
Além do tão sonhado diploma, os 43 formandos receberam um livro com detalhes e fotos colhidas durante a duração do curso. Nas páginas, declarações dos alunos demonstram a real dimensão do poder que agora usufruem: a alfabetização. Júlio Roberto Prates, morador da Comtel e um dos participantes do Programa Brasil Alfabetizado, agradece a Deus pela professora que o ensinou a ler. “Eu nunca soube ler, nunca pude aprender, agora eu estou achando ótimo entender as palavras”, declarou ele, com um sorriso de quem jamais esquecerá desse novo horizonte que se abre.
Amanda Utzig Zulke
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
I Seminário Internacional de Educação Continuada e Diversidade
No primeiro encontro, na terça-feira à noite, os educadores puderam acompanhar a emocionante apresentação de dança “Os ventos da Espanha”, realizada pelos alunos da Associação Legato.
A palestrante da noite, Marilene Cardoso, ressaltou a importância das ações pedagógicas terem o olhar da aprendizagem aceitando as diferenças. “Para isso é necessário que tenhamos uma nova práxis, não mais centrada na homogeneidade, mas sim em uma escola pensada para todos. Muitos ainda não estão preparados para trabalhar com o currículo da diversidade”, ressaltou.
Professores aprovam a iniciativa
Ações realizadas em Canoas
O município conta ainda com o atendimento do Centro de Capacitação em Educação Inclusiva e Acessibilidade – CEIA, que realiza atendimento a alunos com necessidades especiais no contra-turno das aulas.
Além disso, as instituições de ensino do município receberam reforma arquitetônica e de acessibilidade. “Quatro instituições já concluíram as adaptações e dez já finalizaram os planos de ação, que foram encaminhados para o Ministério de Educação para análise e liberação dos recursos financeiros”, destacou Ritter.
O professor Poulin realiza pesquisas na área de deficiência intelectual, educação cognitiva e inclusão escolar, e atualmente trabalha no grupo de pesquisas da Universidade Federal do Ceará, como professor convidado.
Poulin elencou os critérios que são observados para classificar o deficiente intelectual: a funcionalidade intelectual abaixo da média, que pode ser detectada através de ferramentas como o teste de QI, e a falta de capacidade para tomar decisões de rotina do dia-a-dia, como pegar um ônibus ou escolher uma roupa. "Estes sintomas se manifestam do nascimento até os 16 anos", explicou.O especialista observou ainda que frequentemente os educadores atuam de forma automática com estes alunos. "É tudo muito mecânico, pois acham que eles não têm capacidade intelectual alguma. O que não é verdade", ressaltou. Para explicar como o cérebro destas pessoas deve ser estimulado ele usou o exemplo da fisoterapia para recuperar uma fratura em um braço. "Com o exercício recupera-se os movimentos do braço, se não totalmente, pelo menos de forma parcial. Então, porque ainda existe este pensamento de que a pessoa com deficiência não pode aprender. Eles podem sim, e o de
ver do professor é estimular o raciocínio e facilitar as descobertas deles", afirmou.O Seminário contou também com a palestra da Mestre em Educação Brasileira e Consultora do programa BPC - Benefício de Prestação Continuada na Escola, do MEC, Sandra Zanetti Moreira. Sua explanação abordou a temática “A Política Nacional Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva”. A educadora salientou que o MEC prioriza ações que garantam a permanência e o acesso dos deficientes ao processo de escolarização. "Além disso, buscamos o comprometimento das três esferas de governo, municipal, estadual e federal, com a acessibilidade e o apontamento das barreiras que possam vir a impedir estes estudantes de aprender com os demais", concluiu.
As abordagens foram apresentadas pelo professor graduado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, Manoel José Ávila da Silva, e pelo Mestre em História Social/Escravidão, pelo Unilasalle, Raul Róis Schefer Cardoso. Ambos destacaram a importância de aprofundar o estudo das leis 10.639/2003 e 11.645/2008 que tratam da história afro-brasileira, africana e indígena, bem como de desenvolver propostas pedagógicas para o estudo das relações étnico-raciais. Na mesa, como mediador, o professor Alexandre Rafael da Rosa, da Unidade de Jovens e Adultos da DECD/SME.
O diretor do Departamento de Educação Continuada e Diversidade, da SME, César Cemin, comemorou o sucesso do evento. Segundo ele, o número de inscritos superou as expectativas da organização. "Tivemos de encerrar as incrições antes do período planejado. Foram mais de 700 participantes", relatou. Cemin frisou ainda a importância dos assuntos abordados durante todo o seminário, que teve início na quarta-feira, dia 26. "Trouxemos temas da atualidade para que os professores possam desenvolver um currículo diferenciado, buscando alternativas para o aprendizado dos alunos que apresentam algum tipo deficiência", destacou.
Ronaldo Ribeiro, gestor da Unidade de Inclusão da SME, observou que o seminário foi planejado desde o início deste ano com base em uma das diretrizes da educação especial, o da socialização das experiências inclusivas. "Um dos fatores que nos deixou muito satisfeitos foi a busca dos educadores por informações que pudessem auxiliá-los no trabalho desenvolvido em sala de aula", observou.
Texto elaborado e reproduzido em associação com o site da Prefeitura Municipal de Canoas - Patrícia Araujo
Debate na João Paulo I = Criacionismo x Evolucionismo

No início do mês de novembro, esteve na Escola João Paulo I, palestrando para os alunos da EJA, o químico e professor Leandro. Os estudantes puderam acompanhar uma exposição sobre os argumentos levantados pelas duas correntes, ou seja, defensores de uma e outra teoria. Foi uma oportunidade para questionarem e tirarem suas dúvidas. Porém, o que ficou subentendido é que as duas versões, tanto o Evolucionismo como o Criacionismo, não apresentam respostas definitivas para o dilema do surgimento do homem na face da Terra. Bem, se as interrogações continuam, a busca pelo conhecimento também. quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Escola João Paulo I e ACE levam escritora para Escola
Tendo como principal objetivo a formação de novos leitores, a EMEF João Paulo I está desenvolvendo com alunos da EJA o Projeto Escritores na Escola. Numa parceria com a Associação Canoense dos Escritores - ACE, entidade responsável pelo lançamento do Catálogo dos escritores locais, o livro “Conhecendo Canoas” da escritora Ivonete Chiden Pereira foi desenvolvido no Momento Literário, realizado com alunos da Alfabetização e do 1º Segmento, pela Profª San
dra Frozza do Incentivo à Leitura. Os alunos puderam conhecer a história de Canoas, o hino, a bandeira e o mapa do município. Foram trabalhadas atividades integrando a Linguagem, a Arte, as Ciências Humanas e Sociais.
A atividade culminou com o "Chá Literário" e a presença da escritora que falou sobre a importância da leitura na vida das pessoas e de como conseguiu realizar o sonho de escrever um livro.
Escola João Paulo I - Divulgação
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Encontro dos professores da EJA propicia troca de experiências entre docentes

O encontro mensal de formação dos professores da Educação de Jovens e Adultos – EJA teve, nesta quarta-feira, um diferencial: o relato dos educadores sobre os projetos desenvolvidos em sala de aula. Foi esta também a primeira vez que a capacitação foi realizada em dois locais. Na sede da SME a capacitação foi dirigida aos professores da alfabetização e do 1º segmento e na AABB aos educadores do 2º segmento.A coordenadora da alfabetização da EJA no município, Tânia Tomaszewski, destaca que o objetivo do encontro foi o de oportunizar a troca de experiências entre os educadores. “Compartilhar as informações sobre o que foi realizado em cada eixo temático estudado é muito importante para a qualidade do aprendizado dos alunos”, observa.
A professora do 1º segmento da EJA na escola João Paulo I, Claudia Valéria Knewitz Perez, aprovou a dinâmica. “Desta forma, um contribui com o outro e não nos sentimos sozinhos na sala de aula. Leciono há 23 anos e estou sempre aprendendo, pois considero isso fundamental em minha profissão”, afirma.
Na ocasião, foram apresentadas três coleções de livros indicados pelo Programa Nacional do Livro Didático – PNLD, do Ministério da Educação – MEC, para a EJA. Os educadores escolheram de forma democrática quais os que serão utilizados no próximo ano letivo.

Na Sede da AABB, os professores do 2º Segmento tiveram a oportunidade de apreciar os projetos elaborados pela EJA das escolas Carlos Drummond de Andrade, Vitória, Paulo VI e João Paulo I, de acordo com os Eixos Temáticos. Também ocorreu a apresentação dos livros didádicos de algumas editoras elaborados especialmente para a Educação de Jovens e Adultos, a fim de que se efetuasse a escolha deste material para o próximo ano. Uma das novidades do Encontro foi a presença de alunos da Escola João Paulo I, que deram depoimentos sobre o processo de aprendizagem e o significado em suas vidas.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Projeto OAB Vai à Escola
o "OAB VAI À ESCOLA", em sua 21ª edição.Professores da EJA têm encontro de formação nesta quarta-feira
Aproximadamente 150 educadores que atuam na Educação de Jovens e Adultos - EJA em Canoas participam amanhã, quarta-feira, dia 29, do Encontro de Formação organizado pela Secretaria Municipal de Educação – SME e o Instituto Integrar. A iniciativa será realizada às 18h30 em dois locais. Os professores da alfabetização e do 1º segmento devem se dirigir à sede da SME, localizada na Rua 15 de Janeiro, 481, segundo piso do Conjunto Comercial. Já os docentes do 2º segmento receberão a capacitação na AABB, situada na Rua Santa Terezinha, 860, bairro Nossa Senhora das Graças.
Na ocasião, professores de diversas instituições irão apresentar projetos que desenvolvem em suas instituições. Além disso, haverá orientações quanto a escolha dos livros didáticos.
Patrícia Araujo - Secretaria Especial de Comunicação
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Cinema em sala de aula: alunos da EJA aprendem através da sétima arte
Ao invés do quadro-negro e das citações dos professores, uma sessão de cinema em plena sala de aula estimula o aprendizado dos alunos da EJA da escola João Paulo I, localizada no bairro Santo Operário, em Canoas. A iniciativa, idealizada pelos professores da instituição, tem nome: Cineja. Ela incentiva os estudantes a raciocinar, pesquisar, questionar e redigir, além de capacitá-los a pensar o mundo e suas circunstâncias.De acordo com o professor Alexandre Rafael da Rosa, a metodologia rompe com o ensino tradicional, no qual o educador apenas transmite o conteúdo, raramente despertando o real interesse dos alunos. “Nosso objetivo, obedecendo à proposta da Secretaria Municipal de Educação de descentralizar o acesso ao conhecimento, foi o de aproximar os eixos temáticos estudados em sala de aula, do cotidiano dos estudantes. Além da exibição de filmes e documentários, há a inclusão de outras tecnologias como o envio de trabalhos por e-mail, a utilização de músicas, de vídeos do youtube, bem como o uso do power point”, explica.
Na noite desta quinta-feira, 23, houve a exibição do filme A Bíblia, que aborda a questão do criacionismo, sob o ponto de vista religioso. Anteriormente, os estudantes acompanharam o filme Criação, que trata do mesmo assunto, porém sob a óptica científica. Os filmes foram selecionados considerando-se o eixo atual em estudo “Povos, Cultura e Conhecimento”, no qual
a temática é a evolução.Em poucos minutos, duas salas de aula ficaram lotadas de alunos ávidos pela exibição do filme. No entanto, antes de dar início à sessão de cinema, o professor orienta quanto à proposta de trabalho e explica que após a exibição, os questionamentos serão respondidos em dupla. “O filme é um instrumento para a compreensão, precisando não apenas ser visto, mas pensado e discutido. Por isso, também fazemos debates e estimulamos a elaboração de textos. Eles participam, tomam posições, defendem seus pontos de vista, indagam. A aceitação é excelente.”, garante.
Após três décadas longe dos bancos escolares, o eletricista Amarildo Ribeiro Padilha, 45 anos, reencontrou o prazer de estudar. “Acho formidável esta forma dos professores nos transmitirem o aprendizado”, afirma. Conversando com a irmã que também frequenta a EJA, porém em outra escola, a babá Silvia Alves, 31 anos, percebeu a diferença de seu conhecimento. “Percebo que tenho mais senso crítico do que ela e adquiri isso através da forma como nos passam os conteúdos na escola. Somos levados a sair da zona de conforto e questionar, debater. Não ficamos apenas no que está escrito nos livros”, observa.
No dia 29, durante o Encontro de Professores da EJA, que será realizado na AABB, a metodologia será apresentada aos demais educadores do município. “Nossa intenção é compartilhar esta experiência e incluí-la nas demais instituições da cidade”, afirma Rosa.
Patrícia Araujo - Secretaria Especial de Comunicação
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