sexta-feira, 22 de julho de 2011

E.M.E.F. João Paulo I participa do "Canoas Para e Lê"

     A EJA da  EMEF João Paulo I participa ativamente do projeto "Canoas para e lê" promovido pela Unidade de Letramento da SME, que tem como objetivo formar leitores, fomentar a atuação de mediadores de leitura, elevando o índice municipal de leitura.
    O projeto foi lançado no dia 20 de junho e iniciado efetivamente no dia 22 de junho. Toda quarta-feira a escola para  e lê! Todos participam deste momento: alunos, professores, funcionários e equipe diretiva.

        

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DIA DO DESAFIO

Já faz um tempo que isto aconteceu, mas vale o registro!
O Dia do Desafio foi criado no Canadá e é difundido mundialmente pela The Association For International Sport for All (TAFISA), entidade de promoção do esporte para todos, sediada na Alemanha. É uma campanha de incentivo à prática regular de atividades físicas em benefício da saúde e acontece anualmente na última quarta-feira do mês de maio, por meio de ações comunitárias. O SESC SP coordena o evento no Continente Americano desde 2000. O convite à atividade física se estende a todos, envolvendo o poder público de cada cidade, as instituições da sociedade civil, empresas, voluntários locais e os próprios participantes.

Confiram as atividades realizadas pelas EMEFs João Paulo I, Rio de Janeiro e Carlos Drummond de Andrade!!!       

                
 



                                                                                                                             



sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ex-Aluno da EJA volta à Esc. João Paulo I. Agora, como Palestrante

Nesta última terça-feira, 12/07, o sr Ilson Pereira (ex-aluno, formado em 2010), foi até a nossa escola e apresentou uma palestra muito interessante sobre Segurança no Trabalho. E para enriquecer ainda mais, trouxe vários tipos de EPIs, desde as antigas até as mais modernas utilizadas na sua empresa. Trouxe também alguns pequenos vídeos e várias fotos com todas as dicas e instruções necessárias à Segurança no Trabalho, para isso utilizou como recurso o Datashow da nossa escola. A palestra inicialmente dirigida aos alunos da Totalidade I, dentro do Eixo Trabalho, Estado e Sociedade, acabou sendo expandida aos alunos formandos da Totalidade 2B. Foi um sucesso e os alunos mostraram-se muito interessados participando e dando depoimentos sobre alguns EPIs que eles utilizavam ou conheciam.

Prof. Themys Nunes

terça-feira, 14 de junho de 2011

EJA Educação Cidadã - Uma Proposta Inovadora

A primeira formação, do curso de Ensino Fundamental Integrar, em Canoas aconteceu nos dia 25, 26 e 27 de abril de 2011. A formação aconteceu no auditório da Secretaria de Educação do município. Em um primeiro momento foram feitas as apresentações entre os educadores, todos da rede de ensino municipal.
Os educadores que compõem o grupo são: Maria Aparecida Cirilo, formada em história, trabalhará com uma turma na escola Ministro Rubem Carlos Ludwig; Cristiane Costa de Oliveira, formada em história, trabalhará na escola Santos Dumont, juntamente com a educadora Jaqueline Neves Lopes Serrati, também formada em história; Elisabete de Souza Martins, formada em Ciências Sociais atuará na escola Duque de Caxias; Márcia Hartmann, formada em letras desenvolverá funções na escola Rio de Janeiro; Maria Margarete Silva, formada em Matemática, trabalhará na escola Paulo VI; Naira Antpack, formada em matemática trabalhará com mulheres, em um espaço alternativo ( Associação de Moradores do Guajuviras) e o educador Jeferson Willy Sturm, formado em história, trabalhará na escola Guajuviras. Os educadores Claudionir Borges da Silva, Daniel José Klein e Lilian Amaral Fernandes irão trabalhar as aulas de informática. Também participaram da formação o professor Alexandre Rafael da Rosa, coordenador da EJA pela SME e Rosaura, pelo Instituto Integrar.
O calendário escolar se constitui de 800 horas, sendo que 20% da mesma podem ser trabalhadas a distância. O início do curso será no dia 28 de abril, com término em 19 de dezembro, dividido em quatro Eixos Temáticos: Transformações no Mundo do Trabalho; Economia e Exclusão Social; Cidade e Políticas Públicas e Gestão e Planejamento.
O objetivo da proposta que é “Desenvolver um programa de formação relacionando os conhecimentos práticos e teóricos, com escolarização em nível de Ensino Fundamental, que viabilize o crescimento técnico, escolar e de cidadania dos trabalhadores envolvidos, na perspectiva da educação integral."

sábado, 23 de abril de 2011

2011 - RETOMANDO A FORMAÇÃO DA EJA

Nos dias 06 e 07 de abril, a Unidade de Educação de Jovens e Adultos de Canoas promoveu o curso de formação que deu inicio ao calendário do presente ano, mas prosseguiu e aprofundou as propostas pedagógicas iniciadas no ano passado. O curso ficou à cargo do Instituto Integrar que renova sua parceria com o nosso município.
Na primeira noite o tema foi a juvenilização da EJA. Com o título "Culturas e Identidades Juvenis na Educação de Jovens e Adultos: Tensões e Desafios", o professor Marco Mello abordou a questão sobre o recrudescimento do número de adolescentes na educação de jovens e adultos. Segundo Mello, "pensar sujeitos da EJA é trabalhar com e na diversidade... pessoas de diferentes características e culturas e cada vez mais jovens".Os professores participaram da proposta desenvolvendo atividades em grupos.
Na
segunda noite, com o professor Romir, o tema foi a interdisplinaridade. Segundo ele,
"pe
nsar de forma interdisciplinar remete à necessidade de compreender a realidade como uma totalidade concreta e dialética e cada ciência, nessa perspectiva, aponta possibilidades e limites para a interpretação dos fatos sociais".
Os assuntos tratados foram os mais pertinentes levando em consideração a experiência do ano passado. As polêmicas maiores aconteceram como devem acontecer, ou seja, no debate pedagógico e na concepção da educação de EJA. Foram realizadas intervenções pelos professores, nas quais avaliaram a proposta que vem sendo trabalhada na EJA. Pontos positivos e outros que precisam avançar foram apontados, mas sempre na perspectiva de que estamos trilhando um caminho coletivo de um novo jeito de pensar EJA na sua diversidade.
O professor Jaime, da área pedagógica do Integrar, foi apresentado oficialmente aos educadores.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Missão cumprida para 43 alunos do Programa Brasil Alfabetizado

23:10 - quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A possibilidade de entrar para o mundo da leitura se torna realidade para jovens e adultos de Canoas através do Programa Brasil Alfabetizado (PAB), criado pelo Ministério da Educação e desenvolvido na cidade pela Secretaria de Educação. Para alguns, foi a falta de continuidade nos estudos que impediu a conclusão do processo de alfabetização; para tantos outros, a escola jamais fez parte de suas histórias. De qualquer forma, é na dificuldade que todos os 43 alunos do Programa se agarraram para hoje poder mudar o presente e o futuro de suas vidas tocando no diploma de formatura do PAB.

A cerimônia de formatura dos alunos do programa aconteceu nesta noite, no auditório da SME, com ares de emoção e dever cumprido. A difícil tarefa de se dedicar aos estudos fez parte do cotidiano de jovens, mulheres, homens e idosos que enxergavam as letras e palavras apenas de longe. Hoje, estes cidadãos podem dizer que sabem ler, graças ao papel do Programa Brasil Alfabetizado. E é no jornal, nas cartas e nos livros que eles exercitam o que aprenderam com suas grandes professoras, Paula, Beatriz, Eleni e Edna, que nesta noite fizeram a entrega de um dos papéis mais fundamentais que podem ter: o diploma de alfabetização.

Com a presença da secretária adjunta de Educação Marta Rufato, do diretor de Educação Continuada Cesar Cemin, da coordenadora das turmas do PBA, Tânia Tomaszewski, da gestora do EJA em Canoas, Diovani dos Santos, de professores, formandos e familiares, a formatura marca uma importante vitória para a turma. Segundo Diovani, a proposta emancipadora, de aprendizagem coletiva, teve uma trajetória de diálogo e conquista. Para Marta, esta é uma etapa vencida. “Esta conquista ninguém tira, é de vocês; podem nos tirar todos os bens, mas não nos tiram o conhecimento”, disse a secretária aos alunos.

Além do tão sonhado diploma, os 43 formandos receberam um livro com detalhes e fotos colhidas durante a duração do curso. Nas páginas, declarações dos alunos demonstram a real dimensão do poder que agora usufruem: a alfabetização. Júlio Roberto Prates, morador da Comtel e um dos participantes do Programa Brasil Alfabetizado, agradece a Deus pela professora que o ensinou a ler. “Eu nunca soube ler, nunca pude aprender, agora eu estou achando ótimo entender as palavras”, declarou ele, com um sorriso de quem jamais esquecerá desse novo horizonte que se abre.

Amanda Utzig Zulke

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

I Seminário Internacional de Educação Continuada e Diversidade

Foi realizado nos dias 26, 27 e 28 de outubro, no Salão de Atos do Unilasalle, o I Seminário Internacional de Educação Continuada e Diversidade - VIII Seminário Municipal de Formação "A Escola Faz a Diferença". O evento, organizado pela Diretoria de Educação Continuada e Diversidade da Secretaria Municipal de Educação, visa a capacitação de professores e profissionais que atuam na área.

No primeiro encontro, na terça-feira à noite, os educadores puderam acompanhar a emocionante apresentação de dança “Os ventos da Espanha”, realizada pelos alunos da Associação Legato.


Após, foi abordado o tema “O Currículo na Escola da Diversidade”, apresentado pela Doutora em Educação Marilene Cardoso. Na ocasião, estiveram presentes a prefeita em exercício e secretária municipal da Saúde, Beth Colombo, o secretário municipal de Educação, Paulo Ritter, sua adjunta, Marta Ruffato, o diretor da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade - Secad, Armênio Schmidit, e o pró-reitor de Desenvolvimento do Unilasalle, Luiz Carlos Danesi.
A palestrante da noite, Marilene Cardoso, ressaltou a importância das ações pedagógicas terem o olhar da aprendizagem aceitando as diferenças. “Para isso é necessário que tenhamos uma nova práxis, não mais centrada na homogeneidade, mas sim em uma escola pensada para todos. Muitos ainda não estão preparados para trabalhar com o currículo da diversidade”, ressaltou.
O diretor da Secad observou que o MEC é apenas o indutor das políticas nacionais de inclusão e diversidade. “Quem viabiliza as ações são os estados e os municípios dentro das escolas públicas”, ressaltou. Schmidit destacou ainda a relevância do tema do seminário para vencer os preconceitos ainda existentes. “Uma pesquisa recente mostra que aquele que é preconceituoso tem preconceito contra tudo, o negro, o índio, o homossexual, o deficiente. Por isso, temos que levar o debate para dentro da escola. Iniciativas como este seminário são fundamentais para que a discussão esteja presente no cotidiano das instituições”, afirmou.
O secretário municipal de Educação, Paulo Ritter, destacou que a luta por uma educação que respeite os parâmetros da igualdade e da diversidade ainda é constante no século XXI. “A partir desta iniciativa espero que todos fortaleçam o papel de promotores da dignidade e da valorização da diversidade. Só assim, escola, sociedade e Estado poderão ser espaços coletivos de valorização das diversidades”, ressaltou.

A prefeita em exercício, Beth Colombo salientou que a inclusão verdadeira deve ocorrer no cotidiano de cada um. “A inclusão de verdade ocorre quando olhamos para o outro e não vemos apenas as dificuldades, mas sim sua capacidade de superação”, frisou.

Professores aprovam a iniciativa
O salão de Atos do Unilasalle ficou lotado. No primeiro dia de realização do seminário foram mais de 600 inscritos. Para a professa de Matemática da escola municipal de Ensino Fundamental João Paulo I, Miriam Heck, o seminário é fundamental para subsidiar os educadores que atuam com alunos de inclusão. “Iniciativas como essa contribuem significativamente para o nosso trabalho em sala de aula”, relatou. A vice-diretora e orientadora do Instituto Carlos Chagas, Magali Teresinha Souza Gomes, aprovou a troca de experiências proporcionada pelo evento. “Tenho certeza que aprenderei muita coisa aqui, tanto pelas palestras quanto pelo encontro com os colegas”, relatou.

Ações realizadas em Canoas
Canoas possui 945 alunos de inclusão. A cidade tem convênio com sete instituições filantrópicas privadas, disponibilizando 466 bolsas auxílio. O município investe em ações para melhor atender os estudantes portadores de necessidades especiais. Entre as iniciativas realizadas, estão as Salas de Recursos Multifuncionais, espaços localizados nas escolas de educação básica onde se realiza o Atendimento Educacional Especializado – AEE. Elas são constituídas de materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade, equipamentos específicos e de professores com formação específica. A implantação da estrutura está sendo realizada em três etapas. Na primeira, ainda no ano passado, 15 escolas foram contempladas. Na segunda foram beneficiadas 18 instituições que, atualmente, estão recebendo os recursos materiais destinados pelo Ministério da Educação – MEC. A terceira fase prevê a instalação de mais dez no primeiro semestre de 2011. “Atualmente, 18 escolas possuem o recurso destas salas. Nossa meta é a de que até o final do mandato da atual gestão todas as instituições do município usufruam desta estrutura”, destacou o secretário municipal de Educação, Paulo Ritter.
O município conta ainda com o atendimento do Centro de Capacitação em Educação Inclusiva e Acessibilidade – CEIA, que realiza atendimento a alunos com necessidades especiais no contra-turno das aulas.
Além disso, as instituições de ensino do município receberam reforma arquitetônica e de acessibilidade. “Quatro instituições já concluíram as adaptações e dez já finalizaram os planos de ação, que foram encaminhados para o Ministério de Educação para análise e liberação dos recursos financeiros”, destacou Ritter.
A segunda noite de realização do Seminário foi abrilhantada pela apresentação do grupo de danças do Centro de Capacitação em Educação Inclusiva e Acessibilidade – CEIA.

Um dos momentos mais aguardados pelos participantes foi a palestra do Mestre em Educação e Doutor em Educação Especial pela Universidade de Montreal, Canadá, Jean Robert Poulin. O especialista abordou o tema “O Desenvolvimento e a Aprendizagem da Pessoa com Deficiência Intelectual”.
O professor Poulin realiza pesquisas na área de deficiência intelectual, educação cognitiva e inclusão escolar, e atualmente trabalha no grupo de pesquisas da Universid
ade Federal do Ceará, como professor convidado.
Poulin elencou os critérios que são observados para classificar o deficiente intelectual: a funcionalidade intelectual abaixo da média, que pode ser detectada através de ferramentas como o teste de QI, e a falta de capacidade para tomar decisões de rotina do dia-a-dia, como pegar um ônibus ou escolher uma roupa. "Estes sintomas se manifestam do nascimento até os 16 anos", explicou.
O especialista observou ainda que frequentemente os educadores atuam de forma automática com estes alunos. "É tudo muito mecânico, pois acham que eles não têm capacidade intelectual alguma. O que não é verdade", ressaltou. Para explicar como o cérebro destas pessoas deve ser estimulado ele usou o exemplo da fisoterapia para recuperar uma fratura em um braço. "Com o exercício recupera-se os movimentos do braço, se não totalmente, pelo menos de forma parcial. Então, porque ainda existe este pensamento de que a pessoa com deficiência não pode aprender. Eles podem sim, e o dever do professor é estimular o raciocínio e facilitar as descobertas deles", afirmou.

O Seminário contou também com a palestra da Mestre em Educação Brasileira e Consultora do programa BPC - Benefício de Prestação Continuada na Escola, do MEC, Sandra Zanetti Moreira. Sua explanação abordou a temática “A Política Nacional Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva”. A educadora salientou que o MEC prioriza ações que garantam a permanência e o acesso dos deficientes ao processo de escolarização. "Além disso, buscamos o comprometimento das três esferas de governo, municipal, estadual e federal, com a acessibilidade e o apontamento das barreiras que possam vir a impedir estes estudantes de aprender com os demais", concluiu.
O encerramento do Seminário, na noite de quinta-feira, teve como tema a história e a cultura afro-brasileira, africana e inígena, e as políticas de educação continuada e diversidade da Secretaria Municipal de Educação - SME. Na ocasião, foram distribuídos quites pedagógicos para os representantes das 42 escolas municipais de Ensino Fundamental.
As abordagens foram apresentadas pelo professor graduado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, Manoel José Ávila da Silva, e pelo Mestre em História Social/Escravidão, pelo Unilasalle, Raul Róis Schefer Cardoso. Ambos destacaram a importância de aprofundar o estudo das leis 10.639/2003 e 11.645/2008 que tratam da história afro-brasileira, africana e indígena, bem como de desenvolver propostas pedagógicas para o estudo das relações étnico-raciais. Na mesa, como mediador, o professor Alexandre Rafael da Rosa, da Unidade de Jovens e Adultos da DECD/SME.

O evento contou ainda com a bela apresentação do grupo Afroxé de Elê, de Alvorada, que presenteou o público com apresentações de dança que lembravam a história dos povos africanos.
O diretor do Departamento de Educação Continuada e Diversidade, da SME, César Cemin, comemorou o sucesso do evento. Segundo ele, o número de inscritos superou as expectativas da organização. "Tivemos de encerrar as incrições antes do período planejado. Foram mais de 700 participantes", relatou. Cemin frisou ainda a importância dos assuntos abordados durante todo o seminário, que teve início na quarta-feira, dia 26. "Trouxemos temas da atualidade para que os professores possam desenvolver um currículo diferenciado, buscando alternativas para o aprendizado dos alunos que apresentam algum tipo deficiência", destacou.
Ronaldo Ribeiro, gestor da Unidade de Inclusão da SME, observou que o seminário foi planejado desde o início deste ano com base em uma das diretrizes da educação especial, o da socialização das experiências inclusivas. "Um dos fatores que nos deixou muito satisfeitos foi a busca dos educadores por informações que pudessem auxiliá-los no trabalho desenvolvido em sala de aula", observou.

Texto elaborado e reproduzido em associação com o site da Prefeitura Municipal de Canoas - Patrícia Araujo

Debate na João Paulo I = Criacionismo x Evolucionismo


No início do mês de novembro, esteve na Escola João Paulo I, palestrando para os alunos da EJA, o químico e professor Leandro. Os estudantes puderam acompanhar uma exposição sobre os argumentos levantados pelas duas correntes, ou seja, defensores de uma e outra teoria. Foi uma oportunidade para questionarem e tirarem suas dúvidas. Porém, o que ficou subentendido é que as duas versões, tanto o Evolucionismo como o Criacionismo, não apresentam respostas definitivas para o dilema do surgimento do homem na face da Terra. Bem, se as interrogações continuam, a busca pelo conhecimento também.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Escola João Paulo I e ACE levam escritora para Escola


A leitura é uma prática indispensável no processo de aprendizagem, através dela formamos cidadãos críticos. É necessário envolver e estimular nossos alunos para que formem hábitos de leitura. A aproximação entre aluno e escritor é uma forma de motivar esta leitura.

Tendo como principal objetivo a formação de novos leitores, a EMEF João Paulo I está desenvolvendo com alunos da EJA o Projeto Escritores na Escola. Numa parceria com a Associação Canoense dos Escritores - ACE, entidade responsável pelo lançamento do Catálogo dos escritores locais, o livro “Conhecendo Canoas” da escritora Ivonete Chiden Pereira foi desenvolvido no Momento Literário, realizado com alunos da Alfabetização e do 1º Segmento, pela Profª Sandra Frozza do Incentivo à Leitura. Os alunos puderam conhecer a história de Canoas, o hino, a bandeira e o mapa do município. Foram trabalhadas atividades integrando a Linguagem, a Arte, as Ciências Humanas e Sociais.

A atividade culminou com o "Chá Literário" e a presença da escritora que falou sobre a importância da leitura na vida das pessoas e de como conseguiu realizar o sonho de escrever um livro.


Escola João Paulo I - Divulgação


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Encontro dos professores da EJA propicia troca de experiências entre docentes


O encontro mensal de formação dos professores da Educação de Jovens e Adultos – EJA teve, nesta quarta-feira, um diferencial: o relato dos educadores sobre os projetos desenvolvidos em sala de aula. Foi esta também a primeira vez que a capacitação foi realizada em dois locais. Na sede da SME a capacitação foi dirigida aos professores da alfabetização e do 1º segmento e na AABB aos educadores do 2º segmento.
A coordenadora da alfabetização da EJA no município, Tânia Tomaszewski, destaca que o objetivo do encontro foi o de oportunizar a troca de experiências entre os educadores. “Compartilhar as informações sobre o que foi realizado em cada eixo temático estudado é muito importante para a qualidade do aprendizado dos alunos”, observa.
A professora do 1º segmento da EJA na escola João Paulo I, Claudia Valéria Knewitz Perez, aprovou a dinâmica. “Desta forma, um contribui com o outro e não nos sentimos sozinhos na sala de aula. Leciono há 23 anos e estou sempre aprendendo, pois considero isso fundamental em minha profissão”, afirma.
Na ocasião, foram apresentadas três coleções de livros indicados pelo Programa Nacional do Livro Didático – PNLD, do Ministério da Educação – MEC, para a EJA. Os educadores escolheram de forma democrática quais os que serão utilizados no próximo ano letivo.

Patrícia Araujo - Secretaria de Comunicação


Na Sede da AABB, os professores do 2º Segmento tiveram a oportunidade de apreciar os projetos elaborados pela EJA das escolas Carlos Drummond de Andrade, Vitória, Paulo VI e João Paulo I, de acordo com os Eixos Temáticos. Também ocorreu a apresentação dos livros didádicos de algumas editoras elaborados especialmente para a Educação de Jovens e Adultos, a fim de que se efetuasse a escolha deste material para o próximo ano. Uma das novidades do Encontro foi a presença de alunos da Escola João Paulo I, que deram depoimentos sobre o processo de aprendizagem e o significado em suas vidas.



terça-feira, 28 de setembro de 2010

Projeto OAB Vai à Escola

Nesta segunda-feira, 27/09/2010, os alunos da EJA da EMEF Rio de Janeiro foram contemplados com a palestra sobre Direito de Família ministrada pela Drª Selma Valêncio Cesário, acompanhada pela prof. Zenaide Rocha da SME, dentro do Projeto "OAB VAI À ESCOLA", em sua 21ª edição.
No horário das 19h às 20h30min, 81 estudantes e aproximadamente 6 professores acompanharam as explanações e tiraram suas dúvidas referente a este importante tema.

Professores da EJA têm encontro de formação nesta quarta-feira

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Aproximadamente 150 educadores que atuam na Educação de Jovens e Adultos - EJA em Canoas participam amanhã, quarta-feira, dia 29, do Encontro de Formação organizado pela Secretaria Municipal de Educação – SME e o Instituto Integrar. A iniciativa será realizada às 18h30 em dois locais. Os professores da alfabetização e do 1º segmento devem se dirigir à sede da SME, localizada na Rua 15 de Janeiro, 481, segundo piso do Conjunto Comercial. Já os docentes do 2º segmento receberão a capacitação na AABB, situada na Rua Santa Terezinha, 860, bairro Nossa Senhora das Graças.
Na ocasião, professores de diversas instituições irão apresentar projetos que desenvolvem em suas instituições. Além disso, haverá orientações quanto a escolha dos livros didáticos.

Patrícia Araujo - Secretaria Especial de Comunicação

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cinema em sala de aula: alunos da EJA aprendem através da sétima arte

Quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ao invés do quadro-negro e das citações dos professores, uma sessão de cinema em plena sala de aula estimula o aprendizado dos alunos da EJA da escola João Paulo I, localizada no bairro Santo Operário, em Canoas. A iniciativa, idealizada pelos professores da instituição, tem nome: Cineja. Ela incentiva os estudantes a raciocinar, pesquisar, questionar e redigir, além de capacitá-los a pensar o mundo e suas circunstâncias.
De acordo com o professor Alexandre Rafael da Rosa, a metodologia rompe com o ensino tradicional, no qual o educador apenas transmite o conteúdo, raramente despertando o real interesse dos alunos. “Nosso objetivo, obedecendo à proposta da Secretaria Municipal de Educação de descentralizar o acesso ao conhecimento, foi o de aproximar os eixos temáticos estudados em sala de aula, do cotidiano dos estudantes. Além da exibição de filmes e documentários, há a inclusão de outras tecnologias como o envio de trabalhos por e-mail, a utilização de músicas, de vídeos do youtube, bem como o uso do power point”, explica.
Na noite desta quinta-feira, 23, houve a exibição do filme A Bíblia, que aborda a questão do criacionismo, sob o ponto de vista religioso. Anteriormente, os estudantes acompanharam o filme Criação, que trata do mesmo assunto, porém sob a óptica científica. Os filmes foram selecionados considerando-se o eixo atual em estudo “Povos, Cultura e Conhecimento”, no qual a temática é a evolução.
Em poucos minutos, duas salas de aula ficaram lotadas de alunos ávidos pela exibição do filme. No entanto, antes de dar início à sessão de cinema, o professor orienta quanto à proposta de trabalho e explica que após a exibição, os questionamentos serão respondidos em dupla. “O filme é um instrumento para a compreensão, precisando não apenas ser visto, mas pensado e discutido. Por isso, também fazemos debates e estimulamos a elaboração de textos. Eles participam, tomam posições, defendem seus pontos de vista, indagam. A aceitação é excelente.”, garante.
Após três décadas longe dos bancos escolares, o eletricista Amarildo Ribeiro Padilha, 45 anos, reencontrou o prazer de estudar. “Acho formidável esta forma dos professores nos transmitirem o aprendizado”, afirma. Conversando com a irmã que também frequenta a EJA, porém em outra escola, a babá Silvia Alves, 31 anos, percebeu a diferença de seu conhecimento. “Percebo que tenho mais senso crítico do que ela e adquiri isso através da forma como nos passam os conteúdos na escola. Somos levados a sair da zona de conforto e questionar, debater. Não ficamos apenas no que está escrito nos livros”, observa.
No dia 29, durante o Encontro de Professores da EJA, que será realizado na AABB, a metodologia será apresentada aos demais educadores do município. “Nossa intenção é compartilhar esta experiência e incluí-la nas demais instituições da cidade”, afirma Rosa.

Patrícia Araujo - Secretaria Especial de Comunicação